Tenho sentido uma saudade besta do Terrorista, provavelmente porque não o vejo desde março. Sim, ainda me comovo com uma pessoa que não aparece há sete meses!
Incomoda não ser completamente honesta com ele e não ter coragem de dizer o que realmente quero. A real é que sei que se disser com todas as letras o que sinto, tomarei um passa-fora tão grande que terei que colar pedacinhos de dignidade por muito tempo depois.
Por que ainda me importo? Porque o coração é um bicho idiota, que não tem nada de racional. Todas as vezes em que ele me manda um e-mail, nas raras vezes em que me liga, meu coração para por alguns instantes e depois volta com rapidez de uma manada de búfalos ao encontrarem um oásis no deserto.
Creio que ele sabe, mas por algum motivo, não tem coragem de me dizer claramente que não quer. Talvez ele goste da amiga o suficiente para não querer dizer o “não” definitivo, que seria difícil de suportar para ambos os lados.
E assim, vivo de uma paixão desesperançada, que vai e volta conforme o contato aumenta ou diminui. Será que um dia será diferente?!